A importância de construir hábitos

O ano é de 2019, uma era moderna e prática na vida das pessoas em seu dia a dia. Hoje não é preciso sair de casa para ir ao banco, pode simplesmente fazer um TED da sua cama com seu pijama de moranguinho ou do Bob Esponja e ir tomar café. Em contra partida estamos numa era em que corremos atrás de mais horas no dia, quando anos atrás sobrava muitas e estamos praticamente vivendo no acelerador.

Numa parte isso é bom pela praticidade mas numa outra parte é prejudicial por levar o ser humano a uma vida mecanicista e automática. Isso acaba por consumir muito da pessoa, fazendo-a se sentir esgotada, sem direção, estagnada entre outros sintomas de apatia com que faz os planejamentos irem por água a baixo. Se você é uma pessoa que está no mesmo lugar a muito tempo e não sente que evoluiu, nem se mexeu e ao olhar pra frente não tem muita expectativa, por favor, continue lendo pois esse artigo é para você!

No final de 2017 eu me vi numa situação semelhante ao descrito acima, não tinha planos, não tinha execuções precisas, não tinha qualidade de vida e não me sentia em evolução. Sinceramente, eu me sentia um lixo! Mas isso mudou quando fiz uma mudança de chave quando li uma frase de Sigmund Freud “Quando a dor de não estar vivendo for maior do que o medo da mudança, a pessoa muda” (sic). Isso me fez refletir no que andei vendo com frequência em que muitos estão reclamando da vida que levam, mas não fazem nada para mudar. Esperam a dor ficar agonizante para mudar, e foi aí que houve a mudança de chave: Por que esperar a dor aumentar para mudar se já tenho consciência do meu desconforto? Percebi o meu desconforto, pensei no que deveria fazer para mudar e qual caminho começar em busca disso.

Comecei a desenvolver hábitos para os meus estudos, para o meu lazer e para meu trabalho. Foram 5 dias de planejamento e mais 7 dias de ajuste até tornar um plano cíclico e prazeroso. Passei a determinar carga horária para meus estudos com assuntos específicos por dia,  livros para ler, dias para trabalhar (Na verdade trabalho quase todos os dias, mas só as quintas, sextas e sábados vou para o escritório), e para completar, meu lazer! Ao menos uma vez por semana eu não faço nada dos assuntos programados e tiro o dia para meu prazer, como ir ao cinema, cafeteria, museu entre outros lugares que me ajudam a refrigerar a carga acumulada durante a semana de trabalho.

Foram quase 2 meses de imersão nessa rotina até que eu pudesse começar a sentir minha vida mais no meu controle e passei a valorizar mais o meu “tempo pessoal”, cuidar mais da minha saúde física e mental. Percebi que com a sistematização dos meus compromissos, diminuía e muito a sobrecarga e angústia do meu cotidiano, me dando mais rumo e ciência do que faria no dia ou na semana seguinte.

Sabe aquilo que escrevi no início do artigo sobre correr atras de mais horas? Hoje não corro mais pois sobra tempo suficiente. Antes eu sentia o tempo a minha frente, hoje estou a frente dele no sentido de administração minha rotina.

Sem aquisição de hábitos, disciplina, empenho, sacrifícios e objetividade, será muito difícil mudar o desconforto para o conforto. Compreender que mente e corpo funcionam como um sistema única, colabora fortemente na conscientização da necessidade de mudar e o que se faz quando isso acontece? Vou deixar para você responder essa!

 

Forte abraço!

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s